Ricardo de Melo escreveu:Gspar escreveu:Roberto Bertoche escreveu:[quote="David Nascimento"]
Creio eu que se o cara chegar a faixa vermelha, em um determinado momento, se você forçar demais ou tentar ultrapassá-la, por questões de segurança o próprio sistema de injeção corta evitando assim afetar o motor.
É verdade, mas não acho legal deixar ele cortar.
A gente tem sempre que cortar antes dele.
E o sobregiro, depois de esticar ao máximo e errar a marcha pra baixo, por exemplo, pode sim estourar o motor.
Vantagem pro automático. Sem chance disso.
Sds.
Vai pensando..... Já viu câmbio automático encavalar marcha??
Já vi uma SRV, Honda, final...... Barranco abaixo com o motor estourado....
Não acredite no que não vê, mecânica perfeita não existe.......[PENSIVE FACE]
Houve um tópico de um proprietário de HB20, que teve o bloco do motor rachado. A css disse que foi mal uso dele, mas ele não concordava. Não encontrei o tópico, inclusive não me lembro se o autor continuou a participação no clube ou se o tópico foi apagado. Recordo que o Bertoche participou da discussão, lembra Roberto ?
Então, talvez a css tenha diagnosticado uma utilização inadequada das rotações que pode ter ocasionado a trinca no bloco do motor.
Acredito, para garantir uma maior vida útil ao motor, com qualidade, o máximo de rpm que devemos chegar no HB20 seria na faixa dos 6500 rpm. Inclusive é a 6000 rpm que o carro produz seus 128 cv, e o torque máximo a 4500 rpm.
No maior parte do tempo, manter entre 2000 e 4500 rpm certamente é uma faixa que se anda bem e não sobrecarrega o motor e é o que faço.
Abraços,[/quote]
Na maioria das vezes que vejo as pessoas falando em 5000/6000 rpm, não entendo, quando chego em 4500 rpm já estou com velocidade acima do ideal para fazer troca de marcha ou em 5ª marcha a mais de 140 km/h. Qual a necessidade de tanto RPM?
Acho muito estranho, escutar o motor berrando nestas rotações, isso falo não só pelo HB20 1.6, mas nos outros também.
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